sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

O projeto nicaragüense Mulheres Solares ganhou o grande prémio Energy Globe World

Mujeres Solares fue la iniciativa favorita del jurado internacional, según la agencia PRNewswire, que explica que el proyecto "combina la protección ambiental con el compromiso social".

Las mujeres de la Fundación Proyecto Solar para Mujeres Nicaragüenses construyen hornos solares para cocinar y secar frutos y vegetales, y comercializan sus productos. Un total de 700 mujeres solares capacitan a otras, difunden sus conocimientos en exposiciones, previenen problemas de salud y deforestación, promueven las energías limpias y generan empleos, educación y prosperidad, según la nota de PRNewswire.

ler notícia original aqui 

 



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sexta-feira, 20 de julho de 2012

Oficina de Fogões de Solares

O Fogão GIRASSOL foi a estrela de mais uma oficina de construção de Fogões Solares, desta vez promovida pela ONGD  Engenho & Obra.





Como é habitual, a formação inicia-se com a preparação da refeição dos formandos, desta feita o menu preparado foi o sempre delicioso estufado de salmão.






Seguidamente procedeu-se à colocação dos fogões a trabalhar, sempre pontuado com instruções acerca do modo de funcionamento e da forma de proceder para otimizar a receção da energia solar, em particular o posicionamento correto do 'GIRASSOL' a fim de tirar partido das suas características, designadamente de não necessitar de ser reposicionado, pois que foi desenhado para cozinhar uma refeição durante três horas, estando sempre com uma área coletora quase constante.


Acautelado o almoço, e tirando partido de uma característica dos fornos solares, o de não queimar a comida, devido às suas relativamente baixas temperaturas, dirigimo-nos para a formação expositiva em sala, tendo sido apresentado os percursores da utilização da energia solar, entre eles, o nosso conhecido 'Padre Himalaya', os vários tipos de fogões solares, vantagens e inconvenientes de cada um, materiais usados na construção de fogões solares, fogões solares industriais e resultados de cocção de alimentos.

Terminada a exposição, tinha decorrido três horas, e a barriga a reclamar. Era chegada a hora de montar a mesa e ir buscar o repasto.




Não faltou a cozinheira profissional, para certificar a qualidade e sabor.




Passado o teste, os convivas atiram-se ao salmão, bem regado com um verde branco previamente colocado na arca.











Barriga aliviada, teste do 'GIRASSOL' superado e formandos convencidos, é tempo de colocar mãos à obra, e construir os fogões que serão levados para casa.


Veja as fotos no facebook: Engenho&Obra

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Fogão solar parabólico tipo Guarda-Chuva

Um modelo muito singular e prático, é um guarda-chuva modificado, feito de raiz para ter uma curvatura parabólica, o que é conseguido não só através do correcto dimensionamento de cada fatia do tecido reflector, mas também do grande número de varetas.







Além do mais é versátil, já que pode servir quer de guarda-sol, como de fogão solar, um verdadeiro "dois em um".

Já me ofereceram um, se o conseguir, prometo dar notícias dele e das minhas experiências aqui. Além de o levar nas minhas demonstrações  nas escolas.



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sábado, 11 de abril de 2009

Caixa de cartão ganha prémio internacional


Forno solar “Caixa Quioto”

Caixa de cartão ganha prémio internacional “climático” de 75 mil dólares

Um forno solar numa caixa de cartão que custa apenas cinco dólares (3,7 euros) a fabricar ficou em primeiro lugar no FT Climate Change Challenge, prémio internacional de ideias para lutar contra as alterações climáticas, foi hoje revelado. Jon Bohmer vai investir os 75 mil dólares (56,6 mil euros) a testar a “Caixa Quioto” em dez países e ajudar dois mil milhões de pessoas nos países mais pobres a deixar de usar lenha para cozinhar.

A “Caixa Quioto”, que será distribuída gratuitamente, aproveita o efeito de estufa para cozinhar e pode levar dez litros de água ao ponto de ebulição em duas horas.

O dispositivo consiste em duas caixas de cartão, uma dentro da outra, com uma cobertura de acrílico que deixa a luz do Sol entrar e a acumula. A caixa de dentro está pintada de preto e a de fora está forrada com uma folha metálica para ajudar a concentrar o calor. Uma camada de palha ou jornais entre as duas caixas ajuda ao isolamento.

“Estamos a salvar vidas e árvores”, explica este norueguês à frente da Kyoto Energy, um negócio familiar sediado no Quénia, em comunicado. “Duvido que haja outra tecnologia que consiga ter tanto impacto com tão pouco dinheiro”.

A caixa de cartão, transformada em forno solar, pretende salvar as crianças que todos os anos morrem por beberem água não potável, permitindo às suas famílias ferverem essa água para matar os germes. Além disso, reduz os riscos de doença causados pela inalação de fumo, ao evitar a queima de lenha. Bohmer estima que, anualmente, sejam poupadas duas toneladas de carvão por família.

O forno solar recebeu o apoio da família de Bohmer. O pai mobilizou apoio para o projecto na Noruega e a sua filha Amina, de cinco anos, ajudou a construir o protótipo.

Este empresário pretende utilizar o prémio na realização de testes massivos em dez países, entre os quais Moçambique, Índia, Indonésia, África do Sul, Quénia, Uganda, Tanzânia e Libéria.

“A ‘Caixa Quioto’ tem o potencial para transformar milhões de vidas e é um exemplo de uma inovação sustentável e passível de ser concretizada a larga escala”, comentou Peter Madden, director-executivo do Fórum para o Futuro (Forum for the Future), entidade que organiza o prémio.

A energia do Sol já é utilizada nos países mais pobres. Mas o que impressionou o júri – onde estiveram Richard Branson e Rajendra Pachauri - foi o potencial para a produção em larga escala. “Podemos começar a fabricar centenas e centenas de fornos solares todos os meses”, contou Bohmer à BBC online.

Bohmer espera obter financiamento do mercado internacional de carbono. Ao demonstrar que utilizar a “Caixa de Quioto” significa reduzir emissões de gases com efeito de estufa, ele pode ganhar créditos de carbono de empresas e países ocidentais.

Esta competição climática, que recebeu 300 projectos candidatos, teve o apoio financeiro do jornal “Financial Times” e da empresa Hewlett Packard.




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